terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Estava curtindo aqui um Racionais Mc, querendo fugir da tristeza proporcionada pelo show de 30 anos do especial Roberto Carlos (entendeis bem, 30 anos iguais, seguindo o que o mercado quer);quando acabei imerso na mesma tristeza misturada com uma realidade que me assusta.
Num dado trecho da música rola....."... um muleque novato com a cara marcada ...depois do quarto tiro não vi mais nada....
Puts a repetição é constante, e o aprendizado é lento!

Para pensar

Juntemos todos os limões da vida, que a limonada que sairá, será o mais puro reflexo do verdadeiro sabor.

A final qual sabor que buscamos.O que desejamos ou o que profanamos?O que punimos ou o que libertamos?

Tanto desejo quanto liberdade se confundem, tal como anseio e punição.

Como ser livre, se o desejo de liberdade se confunde com a vontade de transgredir.

Cabe a nós, responder, primeiramente internamente cada uma dessas questões.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

As malditas


Na minha opinião a questão drogas é um imperativo na sociedade de hoje em dia, mais espicificadamente, a sociedade que vivemos, o agora , o presente.Por mais quantos anos ainda continuaremos a tampar o sol com a peneira?A nos fazermos de rogado?A ver o sinal vermelho, e fantasiarmos que é verde?Quantas pesquisas mais serão necessárias para enchergarmos o que está diante de nossos olhos? Todos nós, tanto os jovens quanto os adultos, sabemos que desinformação mata mais do que qualuqer droga.

A falta de informação, é ao ser humano um mal tão grande quanto uma bala que o acerte na perna...vai da mesma forma priva-lo de seu direito a locomoção.Entendão locomoção como o direito mais sublime do ser humano, o direito de ir e vir, por sua própria conta e vontade.
Voltando ao que interessa a falta de informação leve o ser humano para cavernas sombrias, isoladas de sentimentos verdadeiros, repleto apenas de sensações de tristeza.
Há não muitos anos atrás,botemos ai uns 10 ou 15 anos. Peguemos o caso da AIDS, façam um esforço, e tentem se lembrar como era sociedade, de como tanto as pessoas, quanto a mídia tratavam os portadores de HIV e façam uma comparação com os dias de hoje.Vocês iram ver mudanças absurdas, tando de entendimento da doença, quanto a aceitação da sociedade em relação a ela!
Todas essas mudanças ocorreram por que cada vez mais temos informação: seja ela científica, empírica, da vivência, ou adquirida nos livros e revistas mais chulas.
Quero com isso tudo dizer e perguntar, até quando trataremos as drogas como algo diferente dos diversos problemas que cada um de nós temos?Pergunto, quantos Rayan Gracie, Quantas Cássia Eller, quantas joão ninguém irão morrer, por falta tanto de especialização, quanto conhecimento do assunto.
Na Europa, desde que eu comecei a curtir as malditas Raves, me contaram que lá, tinham boates, onde você tinha como verificar se seu ecstasy era verdadeiro ou falso e também tinham paramédicos, que pela palma da sua mão sabiam que droga você havia ingerido, calma pessoal ele não era mágico, apenas cada usuário escrevia na mão, uma sigla que reprentava o que ele havia ingerido. Isso se chama informação, não estamos discutindo aqui um caso a parte, nem um caso hipotético, estamos aqui discutindo uma realidade que só se faz crescer, e de uma forma forma assustadora: O Uso de drogas ilícitas e o numero de mortes e dependências por causa delas.
Do que tanto temos medo?

Vendo a data das ultimas
postagens, até me envergonho, muitas vezes estou aqui na frente do computador , sem fazer nada ou melhor a maioria das vezes fazendo nada.E acabo por não escrever, nem postar nada. Acho que nunca paramos para pensar, como muitas vezes acabamos não fazendo nada , por que não havia nada para fazer.Se não havia nada para fazer , por que fazer nada?Ta complicado? eu explico.
Quanto tempo de nossas vidas não perdemos esperando, as vezes por algo mínimo, e que na maioria das vezes depois nos arrependemos mais tarde?Quantas praias deixamos de ir, por achar que o sol não iria firmar? Quantas oportunidades, de estar com quem gostamos perdemos por acharmos que não nos queriam presentes?Quantas desconfianças alimentamos em vão?Quantos sonhos não sonhamos, por pensarmos serem impossíveis?Quantos desejos de consumo mataremos, para preencher o vazio da alma? Por quantas guerras estaremos ainda na posição de Voyer?Por ainda só sentimos a navalha cortar, quando é em nossa pele ou na pele de quem amamos?Quantos dias e noites ainda, continuaremos a acreditar que nada possa ser feito?Por quanto tempo ainda, vamos culpar ao outro pelos nossos próprios fracassos, ou incapacidade ou força de ir a luta?
Por quanto tempo meus amigos e amigas, ficaremos em nossas cavernas?Por mais lindas que elas sejam, será que vale a pena abrir mão de um mundo de Homens e Mulheres de caráter, valores e honrra?Será esse mundo da cópia e da repetição, o verdadeiro Everest a ser escalado?

By Otavio Cunha.

Uma ótima semana, e muita sabedoria sempre!

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Essa gente eu não conheço.


Quarta-feira é como se fosse um termômetro na minha vida semanal.Se a semana ta ruim ela fica boa, porém muitas vezes também ela fica muito ruim, as vezes pesada demais.

Digo isso por que quarta-feira tenho uma das melhores aulas que eu já tive nesse meu longo caminho em busca do canudo! Comunicação de Massa , por si só já é uma matéria deliciosa, agora imagine vocês uma matéria deliciosa, com uma professora fera.Agora imaginem uma matéria deliciosa,com uma professora fera e que além de tudo fala a nossa língua, e que sabe o que é dar um 2zinho!Pois bem, eu tenho essa matéria e essa professora todas as quartas feiras por pelo menos mais 4 semanas.

Uma pena isso!Mais quem falou que a vida são só rosas!

Continuando hoje foi magnífico, dentre debates gerados pelo texto de Beatriz Sarlo, em dado momento a professora deu bem um exemplo sobre signos, e seus significados.Logo de inicio ela perguntou: - Alguém aqui mora na Barra da Tijuca? Sem respostas ela continuou, agradecendo e dizendo que odeia a barra.Contou ela que no sábado foi na casa de uma amiga na barra, pois era aniversario da tal e já na avenida das américas chovia e seu carro derrapou num sinal, dando um leve toque no carro da frente.Em seguida, descreve ela, sai um casal típico da barra, onde a mulher logo vai sacando seu celular e anotando a placa do seu carro( nesse momento ela diz: A mulher com o celular anotando a placa parecia mais uma pessoa com uma arma pronta para ataca-la do que um cidadão querendo lutar por seus direitos.)Em seguida descreve ela, os dois ficaram de quatro(como dois animais agachados) palavras dela.A situação durou uns 15 minutos onde ela passou a ser um objeto e o carro passou a ser o ser humano.Disse ela que não reconhece essas pessoas e seus signos, pois ela mora em Santa Tereza, lugar onde segundo ela, as pessoas ainda param os carros rente a calçada para o outro poder estacionar, lugar onde pessoas cedem o lugar na mesa, para outras pessoas, enfim lugar onde as relações humanas não estão corroídas, nem muito menos enferrujadas por signos e valores novos.

Entendi muito bem o que ela quis dizer, muitos na sala diziam que ela era louca, que ela viaja, porém cada um tem seu direito de julgar.

Resolvi compartilhar isso com a rede e sonhar quem sabe um dia que palavras reproduzidas por mim, possam trazer a luz, quem vive nas cavernas da vida!

Por Otavio Cunha.

Globalização ou globalitarismo?

Globalização ou Globalitarismo?

Acho muito pertinente nos perguntarmos nos dias de hoje se o que vivemos é uma globalização do mundo ou um globalitarismo, uma forma de totalitarismo embutida na idéia de liberdade, de oportunidades, de uma vida melhor , que o capitalismo alimenta. Pensamos ter liberdade,ser livres, quando na verdade somos o tempo todo controlados por mecanismos tão sutis, que é imperceptível á olhos despreparados e mentes virgens.Esse totalitarismo capitalista , acaba por decretar o fim da ética e dos valores morais.
Não fazemos idéia de como o sistema é perverso, de como ele é narcisista, e modulador. Vivemos podemos dizer dentro de cavernas, vendo somente sobras da realidade como já dizia Platão.Por mas óbvio que nos seja , não percebemos que esse capitalismo acaba por nos diminuir, nos tornando seres cada vez menores perto da engrenagem que move isso tudo.
Que mundo é esse em que vivemos, onde os objetos são apresentados a nós como coisas reais e acabam por se transformar em discurso ideológico?È tão difícil percebe como a tv é narcisista ,como ela te puni por você não seguir seus padrões de beleza?
Num mundo tão rápido, onde as pessoas não tem tempo para nada, se paramos para ver e nos questinonarmos, veremos que as respostas estão ao nosso alcance basta querer desvenda-las.

Por Otavio Cunha

educação no brasil

Historinha

Certa vez, quando era pouco mais que uma criança gordinha, mimada e que tinha tudo as suas mãos, acreditei que para ter tudo que eu quisesse na vida, era só abrir a boca e pedir aos meus progenitores.Porém, não sei se por sorte ou azar, descobri que isso era uma grande mentira.
Tudo isso, começou a se configurar quando percebi que estava muito acima do peso. e então pedi aos meus pais, que resolvessem o problema, pedindo para que eles me levassem a algum médico, ou me dessem algum remédio para resolver aquela situação; que já me fazia sofrer por demais.Me recordo também da vez que fui preso e vi o sofrimento de meus pais por não poderem fazer nada, mesmo eu não tendo cometido nenhum crime.
Acredito que esses dois momentos foram cruciais na minha vida, pois me mostraram que meus pais não são deuses, e por isso não poderiam resolver todos os meus problemas, nem realizar todos os meus desejos.Com o passar do tempo, percebi muito mais.Percebi que existem coisas que nenhum Pai nem Mãe podem dar ao filho. Tem coisas que nenhum dinheiro, muito menos uma proteção (coisa comum dos pais) podem nos fazer alcançar.
Andar com as suas próprias pernas, é preciso, vencer, alcançar metas, quebrar limites, sempre será necessário. Hoje dou meus primeiro passos sozinho, sinto que o cordão umbilical que me mantinha preso a eles,protegido,alimentado, se rompeu!Sinto um pulsar de vida dentro de mim, uma vontade fazer por mim mesmo.Porém muitas vezes da medo, assumir responssabilidádes, responder por seus atos,ter você que resolver seus problemas.
Mas, quem falou que a vida é fácil?

por Otavio Cunha

domingo, 11 de novembro de 2007

Vergonha!

Geração 100 ideologia

Nas ultimas semanas tivemos, noticiados pelos jornais ,revistas e televisão, o envolvimento de vários jovem de classe média alta, com o tráfico de drogas.Jovens esses, que pelo que tudo indica são meninos e meninas que tiveram tudo e mais um pouco na vida.Não faltaram oportunidades ,e muito menos passaram necessidades.
A pergunta que muitos pais devem estar se fazendo é: Por que? O que leva um jovem a fazer isso?O que leva uma menina bonita, com toda uma vida promissora pela frente, se envolver com o tráfico de drogas?Que juventude é essa que compactua passivamente com coisas do tipo tráfico ,o famoso "quebrar o cartão".
Não gosto muito de rodeios por isso vou direto ao ponto; falta ideologia aos jovens de agora e aos jovens do passado, que hoje são homens e mulheres entrando na idade adulta ,porém tão perdidos quanto os jovens de agora.Tantos os novos quanto os velhos, estão perdidos ,confusos no meio de tanta informação e modulação que ocorre numa velocidade assustadora na nossa sociedade.
O homem sempre quis ser mais rápido que o tempo, é só fazermos uma pequena linha de evolução, rodas,carroças,trem a vapor,carros,trem bala,avião,o homem sempre quis ser mais rápido do que o seu tempo, é da sua natureza.Hoje temos algo que é mais rápido que o tempo e o homem , que se chama Informação.
Hoje buscamos e temos uma enorme facilidade de acesso a informação, ou pelo menos a informação que o sistema quer que tenhamos.Acabamos sempre por receber e perceber apenas a informação superficial, como aquele jogo ,dou corda porém quando eu quiser eu puxo.
Voltando ,ao motivo central desse texto, falta a todos nos uma ideologia , algo em que se acredite e se siga de coração, que faça os valores verdadeiros(honestidade,caráter,decência)tomem o espaço que deles foi tomado em nosso dia a dia por (hipocrisia,flexibilidade moral,omissão).
Acredito que do caos, surge a possibilidade de grandes transformações e crescimento.Por isso vamos olhar por um momento tudo que vem ocorrendo em relação as drogas, ponderar, e nos questionar: Será que vale mesmo a pena fritar?



por Otavio Cunha

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Humildade


Hoje indo para a faculdade tive um daqueles momentos mágicos, rápidos porém que nos levam a pensar e a nos tornarmos pessoas melhores.Mesmo caminho de todo dia,mesmas musicas no rádio,enfim mesma monotonia da ida á faculdade.Só havia esquecido de um detalhe,entretanto crucial; o rebouças fechado.55 minutos para andar 2 km!A alegria oriunda de uma bela canção, da lugar ao mau humor que conheço bem.Mas a lição veio ,quando descendo na Leolpoldina,ouvi uma dessas vendedoras de água e similares dizer algo que não entendi muito bem ,mas que me aumentou meu bom humor.Parei novamente no trânsito,uns 10 metros a frente, e lá veio ela de novo,dessa vez perguntando se eu tinha um cigarro ,quem em seguida sem titubiar entreguei a ela,com a vontade interna de que ela se fosse o mais rápido possível!
Então para minha surpresa a moça, negra gorda de estatura baixa cabelo preso em forma de coque e rosto castigado pela vida, me pede para escolher,uma água,um refrigerante,eu disse que não obrigado,mas ela insistiu e colocou uma garrafa de água no meu painel,10 metros adiante parei novamente no trânsito, e devolvi a água a ela ,dizendo que não precisava ,obrigado.Nisso o trânsito andou um pouco e eu segui meu caminho.No restante de chão que faltava ,refleti sobre a moça da água mineral e me dei conta de como as pessoas humildes de verdade,não as que se dizem humildes por terem humildade,mas sim as que são pelas circunstâncias apresentadas pela vida.Um cigarro que eu dei para ela ,fez com que ela de alguma forma ,quisesse retribuir. Senti vergonha pela vontade que tiver de nem ouvir ela, de fechar os vidros e seguir acreditando que por pagar meus impostos não é problema meu ,o fato dela estar ali, sob um sol de 40 graus. Mas percebi que é problema meu sim ,na verdade de todos nós. Só poderemos viver plenamente, quando fizermos mais que pagar impostos ,viveremos plenamente quando aprendermos a ser, mais humildes.

Não é verdade?


segunda-feira, 8 de outubro de 2007

sábado, 6 de outubro de 2007

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

peidei + não fui eu

Video clipe da musica peidei + não fui eu,do Lobão.
Video clipe editado e roterizado por Otavio Cunha.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Vale a pena a modernidade?


A grande quantidade de mundanças sociais e tecnológicas ocorridas na modernidade, como a industrialização, o crescimento populacional rápido e a urbanização, provocaram um choque de estímulos que transformou fundamentos fisiológicos e psicólogicos do homem moderno em sua experiência subjetiva.
Ben Singer dá um conceito cognitivo para a modernidade, em que surge “a racionalidade instrumental como a moldura intelectual por meio da qual o mundo é percebido e construído”. Com a aceleração da produção, a construção de prédios, as ruas com carros e bondes elétricos, a energia elétrica, o mundo tornou-se um perigo.
Muitos acidentes ocupavam as primeiras páginas dos jornais e revistas da época e diante das conquistas tecnológicas, “um terremoto era quase um relaxamento nervoso” (Henry Adams, 1905). Foi por isso que Georg Simmel afirmou que a modernidade envolveu a Intensificação da Estimulação Nervosa.
Esses conceitos e definições não se parecem um pouco com o que vivemos hoje, depois da ampla difusão de aparatos tecnológicos com interface gráfica? Deixando de lado os modelos que estabelecem esses recursos como portas para um novo mundo (bem próximo do que se falava na modernidade), um mundo virtual, o objetivo é pensar que alterações se fizeram nas sensorialidades humanas com a utilização paulatina desses aparatos.
Tomaremos a tela do computador, reproduzindo as páginas da internet. Como lemos essa página? Da esquerda para a direita, de cima para baixo, uma página depois da outra, conforme convencionado muito antes da impressa tipográfica? Está comprovado que não. Temos um modelo de varredura de tela totalmente diferente do que tínhamos antes. O sistema de sintaxe visual agora é muito parecido com o qual as crianças se utilizam para formar significados. Ele é capaz de ver todo o conjunto numa visão global.Para Donis Dondis, esse sistema dúplice de visão reconhece que tudo o que vemos e criamos compõe-se de elementos visuais básicos que representam a força visual estrutural, importante para a formação de significado e geração de respostas.
Quando você procura uma notícia num portal, sua visão parte do todo para as partes, focalizando as partes sem um padrão constatado de leitura. Não se pode afirmar que o usuário de internet vai clicar primeiro no menu horizontal, depois no vertical, e aí, finalmente, encontrar de uma maneira lógica, aquilo que procura. O processo de varredura visual é totalmente aleatório.
Somos bombardeados por novidades visuais e estamos intensificando nossa estimulação nervosa e produzindo novos comportamentos e ténicas corporais, bem como novas maneiras de ouvir, sentir e olhar.

sábado, 22 de setembro de 2007

Desabafo

Acho que todos nós, gostariamos de mudar essa realiadade!~

Robert Capa

Robert Capa

Robert Capa ,foi um dos maiores fotógrafos europeus do século XX.
Ficou reconhecido mundialmente ,por fotografar a Segunda Guerra mundial ,com lentes normais.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Uma verdadeira perda.

Com muita tristeza e sem saber muito bem quais palavras usar nessa hora,publico aqui o falecimento de Marcio Grecco,irmão de meu amigo Fábio Grecco um cara nota mil!
Não há como explicar uma perda dessas,nem muito menos entende-la,resta aceita-lá e tentar tirar dela algum fruto ,algo que venha a somar ,e assim manter viva a memória de um cara que era totalmente do bem.
Vamos aproveitar esse momento adverso, e nos perguntar ,nos questionar um pouco ,parar e olhar para nós mesmo,e nos perguntarmos: Em que podemos ser melhores?Em que pequenas atitudes e ações ,podemos mudar,e contribuir para uma evolução coletiva?Enfim vamos reclamar menos e fazer mais ,odiar menos e amar mais,ganhar menos porém doar mais!

Fábio força meu amigo!

domingo, 9 de setembro de 2007

sábado, 8 de setembro de 2007

Ensaio Moobwa -

Show rapaziada!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Indústria Cultural

Acho que esse vídeo,retrata um pouco a perda de valores da nossa sociedade...

Andy Mckee - Drifting

Me mostraram esse vídeo hoje. Fiquei doido!
Aproveitem...

O começo de uma nova jornada


Feel Good...