Quarta-feira é como se fosse um termômetro na minha vida semanal.Se a semana ta ruim ela fica boa, porém muitas vezes também ela fica muito ruim, as vezes pesada demais.
Digo isso por que quarta-feira tenho uma das melhores aulas que eu já tive nesse meu longo caminho em busca do canudo! Comunicação de Massa , por si só já é uma matéria deliciosa, agora imagine vocês uma matéria deliciosa, com uma professora fera.Agora imaginem uma matéria deliciosa,com uma professora fera e que além de tudo fala a nossa língua, e que sabe o que é dar um 2zinho!Pois bem, eu tenho essa matéria e essa professora todas as quartas feiras por pelo menos mais 4 semanas.
Uma pena isso!Mais quem falou que a vida são só rosas!
Continuando hoje foi magnífico, dentre debates gerados pelo texto de Beatriz Sarlo, em dado momento a professora deu bem um exemplo sobre signos, e seus significados.Logo de inicio ela perguntou: - Alguém aqui mora na Barra da Tijuca? Sem respostas ela continuou, agradecendo e dizendo que odeia a barra.Contou ela que no sábado foi na casa de uma amiga na barra, pois era aniversario da tal e já na avenida das américas chovia e seu carro derrapou num sinal, dando um leve toque no carro da frente.Em seguida, descreve ela, sai um casal típico da barra, onde a mulher logo vai sacando seu celular e anotando a placa do seu carro( nesse momento ela diz: A mulher com o celular anotando a placa parecia mais uma pessoa com uma arma pronta para ataca-la do que um cidadão querendo lutar por seus direitos.)Em seguida descreve ela, os dois ficaram de quatro(como dois animais agachados) palavras dela.A situação durou uns 15 minutos onde ela passou a ser um objeto e o carro passou a ser o ser humano.Disse ela que não reconhece essas pessoas e seus signos, pois ela mora
Entendi muito bem o que ela quis dizer, muitos na sala diziam que ela era louca, que ela viaja, porém cada um tem seu direito de julgar.
Resolvi compartilhar isso com a rede e sonhar quem sabe um dia que palavras reproduzidas por mim, possam trazer a luz, quem vive nas cavernas da vida!
Por Otavio Cunha.

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